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terça-feira, 27 de setembro de 2016

teoria M da Restauração Florestal #2

Onde começa o Big Bang Florestal ?
Uma "explosão" que  dá  início a todas as "galáxias" de diversidade de flora, fauna e ambientes, existentes na mata atlântica do Rio de Janeiro e outros estados brasileiros.



Aqui no município do Rio de Janeiro, comecei a observar mais detalhadamente nos últimos 10 anos, e estou finalmente decifrando este quebra-cabeça. Existe um padrão na sucessão primária, nas encostas da zona sul da cidade,  que se replica por todo município e região metropolitana do Rio de Janeiro.

Em destaque, a espécie arbórea,  Jerivá (Syagrus romanzoffiana), que é verdadeiro catalisador na formação da mata, devido a sua capacidade  de adaptação a extensa gama de condições ambientais, rápido desenvolvimento e atração de fauna silvestre pela abundante produção anual de saborosos frutos. Neste consumo, sementes de outras espécies são dispersas no local, enriquecendo a futura floresta.
Consumo do frutos do Jerivá  por maritacas
 Agora, como utilizá-la eficientemente na restauração de florestas? São muitas imagens coletadas, informações e perguntas a serem respondidas, que um post não é suficiente! Vamos pensando, que em breve teremos um modelo eficiente para o município do Rio de Janeiro, podendo ser  replicado por tantos outros de clima semelhante.


 Em amarelo, Jerivás nos solos rasos  das encostas íngremes  da cidade do Rio

Como inspiração, fiquemos por hora, com o curta-metragem "L´homme qui plantait des arbres" ( O homem que plantava árvores), ganhador do Oscar de melhor curta-metragem de Animação de 1988.  Nele, o camponês Elzeard Buffier, munido das espécies certas, consegue reflorestar sozinho, uma grande área nos Alpes Franceses:



 E aproveitando as maravilhas da tecnologia, vamos fazer uma visita aérea pelo maciço da Tijuca, nas proximidades do Cristo Redentor e observar a exuberante vegetação, com Warley Drones de A a Z :



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